Quer colaborar com o Job4Dev?
Que bom!
Veja como em http://job4dev.com/contribute
Que bom!
Veja como em http://job4dev.com/contribute
Pelo menos por enquanto, o serviço de envio de SMSs gratuítos para usuários do Twitter no Brasil foi desativado. Motivo? A conta ficou cara. Porque, obviamente, alguém tinha que pagar a conta (there is no free lunch…).
Os usuários do Twitter cadastrados no serviço de SMS estão recebendo o seguinte email:
Hi,
I’m sending you this note because you registered a mobile device to work with Twitter over our UK number. I wanted to let you know that we are making some changes to the way SMS works on Twitter. There is some good news and some bad news.
I’ll start with the bad news. Beginning today, Twitter is no longer delivering outbound SMS over our UK number. If you enjoy receiving updates from Twitter via +44 762 480 1423, we arerecommending that you explore some suggested alternatives.
Why are we making these changes?
Mobile operators in most of the world charge users to send updates. When you send one message to Twitter and we send it to ten followers, you aren’t charged ten times–that’s because we’ve been footing the bill. When we launched our free SMS service to the world, we set the clock ticking. As the service grew in popularity, so too would the price.
Our challenge during this window of time was to establish relationships with mobile operators around the world such that
our SMS services could become sustainable from a cost perspective. We achieved this goal in Canada, India, and the United States. We can provide full incoming and outgoing SMS service without passing along operator fees in these countries.We took a risk hoping to bring more nations onboard and more mobile operators around to our way of thinking but we’ve arrived at a point where the responsible thing to do is slow our costs and take a different approach.
No blog do Twitter, os usuários descontentes com a novidade podem encontrar algumas alternativas para receber tweets de seus contatos nos seus celulares.
Eu me considero um macmaníaco, sou fã dos produtos da Apple e de forma geral adoro brinquedinhos tecnológicos. Na lista de gadgets que gostaria de ter um dia, o iPhone ocupa um lugar de destaque. Mas sinceramente, não consigo entender esse pessoal que vira noites e noites em filas monstruosas apenas para estar entre os primeiros a possuir um desses sonhos de consumo.
Primeiro porque tempo é algo precioso. Sabendo a correria que é o dia-a-dia, mesmo tendo flexibilidade de horários, não me passa pela cabeça perder horas valiosas apenas esperando. O máximo que já fiquei numa fila foi 5h, para comprar ingresso do Cirque du Soleil e já foi muito. Aliás, eu até concebo que pessoas fiquem em filas para shows e eventos, uma vez que os lugares são limitados e muitas vezes é uma chance única de ver sua banda favorita. No caso de produtos eletrônicos, apesar de não serem infinitos, as quantidades são muito maiores.
Mas o que mais me estarrece é ver que as pessoas realmente não aprendem com o passado. Todos repetem os mesmos erros, e ainda por cima reclamam disso. Explico: por mais que empresas tenham processos de qualidade avançadíssimos, os melhores testes são o uso cotidiano por parte do público.
No caso da Apple, é normal que bugs apareçam nas primeiras semanas de uso, patches sejam liberados, novas versões produzidas. Isso aconteceu com os Macs Intel, com o primeiro iPhone e com muitos outros produtos da empresa do tio Jobs. Além do mais, é comúm o reajuste dos preços (geralmente pra baixo) depois de um certo tempo. Quando comprei meu MacBookPro, paguei 1000 reais a menos por uma configuração superior, cerca de 6 meses após o lançamento. Com o iPhone 1, foi assim também.
Mas mesmo assim o filme se repete. Filas gigantescas para adquirir o iPhone, e poucas horas após seu lançamento mundial, as primeiras reclamações já eram publicadas na mídia: processo de ativação lento e/ou inoperante, travamento das funções do celular, etc, etc, etc…
Deve ser fetiche. Só pode ser.
E agora me lembro de duas frases que meu pai adora: “O que é do gosto regala a vida” e “Apressado ou come crú ou queima a língua”.
Dizem por aí que uma boa premissa para se criar um produto novo é partir de uma necessidade pessoal. Eu já devo ter mencionado isso em algum lugar neste blog. No caso do Job4Dev, foi assim. Na verdade, mais do que uma necessidade, o Job4Dev teve como ponto de partida uma frustração: os sites de empregos brasileiros de empregos voltado para o mundo TI eram um amontoado de mais do mesmo.
O exercício é simples: entre nos 3 principais sites de empregos, e conte a porcentagem de vagas oferecidas por consultorias de TI, na maioria sem nome, sem projetos definido, sem plano de carreira, sem grandes desafios, cujo único objetivo é fazer outsourcing de recursos de programação. São a grande maioria.
Nada contra este tipo de trabalho. Existe a demanda, e existe gente que se interessa em desenvolver. Ótimo. O problema é que quando olhava estes sites, tinha a nítida impressão de que o mercado brasileiro se resumia a isso. E olhando à minha volta, percebia que meus colegas e outros profissionais bons em geral não passavam nem perto destes sites, preferindo usar listas de emails, contatos pessoais e o bom e velho networking.
Job4Dev foi desenvolvido tendo como objetivo de oferecer alternativas, captando vagas de várias fontes, filtrando o material e disponibilizando apenas aquilo que julgamos interessante.
E devo confessar que, depois de alguns meses no ar, o retorno e o resultado me surpreendeu. O site ainda tem muito a crescer, mas temos conseguido um fluxo regular de vagas, feedbacks muito bons de usuários e empresas. Isso me confirma uma coisa: o mercado brasileiro talves esteja longe do ideal, mas existem sim boas opções de empresas que procuram profissionais diferenciados, que desenvolvem projetos interessantes. E estas empresas estão carentes de espaços adequados de divulgação.
A frase do título foi imortalizada por Pedro Bial no horroroso Big Brother Brasil (que, confesso, assisti assiduamente nos primeiros anos).
Fato é que o ser humano é curioso, voyeur por natureza. O ser computeiro mais ainda. E a dúvida que bate na cabeça de muitos de nós é “Quanto ganha um engenheiro de SW numa empresa top como Google, Apple ou Microsoft?”
Bem, o site GlassDoor.com tem como proposta amenizar esta dúvida cruel, trazendo informações de funcionários anônimos das próprias empresas como salários por posição, opiniões sobre CEOs e nível de satisfação. Fico só imaginando o funcionário chegando no site, com sua voz de pato e a cara quadriculada…
Ja é possível dar uma espiadinha em empresas como Google, M$ e Yahoo.
Se você perguntar qual é a melhor fórmula de sucesso a um produtor de cinema, ele certamente vai te falar sobre como arrumar os nomes dos atores, sobre quanto custa para ter um nome de peso na direção, sobre a importância de uma equipe de pré e pós-produção, do quanto vai te custar para ter uma equipe de ponta de efeitos especiais, de todos os mecanismos que devem ser evitados para evitar rejeição do público (linguagem inapropriada, temas controversos) e de elementos que podem e devem ser utlizados (você pode colocar a Jéssica Alba numa roupinha apertada e dizer que é “uniforme de super-herói”: vai agradar as crianças e aos adultos) para garantir a atenção do público.
Enquanto ele se finge de ocupado e vai em direção ao seu carro conversível, o executivo vai te contar que um bom filme, hoje em dia, não sai por menos de 100 milhões de dólares e fatura, quando muito, de 2 a 5 vezes esse valor. Nada mal, não é mesmo?
Pois bem. Ontem eu consegui fugir da frente do computador e me enfiei na frente de outra tela, desta vez para assistir Juno. Uma história simples, com personagens que resgatam meus fiapos de esperança na humanidade. Não foi nenhuma surpresa que o filme tenha recebido o Oscar de melhor roteiro, escrito pela talentosa Diablo Cody. O que realmente surpreendeu é que o filme foi feito com um orçamento de apenas US$ 2,5 milhões, e já tenha faturado mais de US$ 130 milhões. Um retorno de 5500% sobre o investimento. É o tipo de coisa que deve fazer com que o executivo ponha em xeque a sua própria fórmula de sucesso: “por que é que eu não consigo fazer algo tão bem sucedido?”
A resposta é simples: em qualquer área de negócio, compram-se todos os especialistas da indústria, mas não se compra talento. Não há como botar preço num roteiro como o que foi escrito por Diablo Cody.
Encontre e desenvolva seu talento. Expertise é secundária.
Saiu no Apple Insider:
Apple and wireless partner Orange will launch iPhone in France later today, offering customers three distinct pricing options for the handset, including a fully unlocked and carrier independent version for 749 euros ($1105).
A lei francesa obriga empresas a oferecerem uma contrapartida aberta a qualquer produto que seja bloqueado ou atrelado a algum serviço. O preço é alto, mas pessoalmente prefiro pensar em pagar mais caro pra ter um desbloqueio oficial do que ter que ficar dependendo de artimanhas que podem ser quebradas por atualizações e afins.
Quem sabe….
Um pouco em cima da hora, o Log4Dev anuncia que amanhã, dia 10 de novembro de 2008, ocorrerá em São Paulo o primeiro 1o StartupCamp Brazil Web. O objetivo do evento é fomentar o empreendorismo brasileiro, promovendo o encontro de VCs, angels, empreendedores, donos de startups, blogueiros e pessoas ligadas à web brasileira. De manhã, haverão palestras e a tarde, um encontro aberto para discutir o empreendedorismo no Brasil. Mais informações sobre o projeto StartupCamp Brazil podem ser encontradas no site deles.
Há algum tempo atrás, um colega de projeto mandou para os membros da equipe o link para o artigo Você é um profissional ou um moleque?, escrito pelo Vitor Pamplona. A idéia central do texto é tentar estabelecer meios de se determinar se um indivíduo é ou não um bom profissional. O texto termina assim:
“Uma boa pergunta a se fazer é: se você fosse sócio da empresa onde você trabalha, o quão mais você trabalharia? Faça uma regra de três e veja o % de seu profissionalismo. No final, não se assuste se você concluir que profissionalismo depende diretamente de ASSUMIR RESPONSABILIDADES.”
Considero que o texto termina bem. De fato, um bom profissional é aquele que assume suas responsabilidades e executa suas tarefas com seriedade e com zelo de sócio. Muito bem. Infelizmente não concordo com o trecho central do texto. Aquela na qual o autor define o que um bom sócio faria:
“Você permitiria, por exemplo, que um profissional contratado pela sua empresa passasse digamos, meia hora por dia no orkut? Ou, quem sabe, você permitiria que seu funcionário lesse e-mails de piadas e mensagens de auto-ajuda durante o expediente? E aquele que combina uma festa pelo msn durante o expediente? Se você não permitiria este tipo de atitude, então porque você as faz? Quanto tempo do seu dia útil você simplesmente joga fora? Dia útil é o dia produtivo, ficar tomando café, por exemplo, é tempo jogado fora. Ler notícias repetidas, blogs sem conteúdo (talvez esta leitura), perder tempo com instalação da versão SEMPRE mais nova de um software. Tudo isso é perda de tempo útil. Se, ao chegar na empresa, sua primeira ação é tomar um café e ler noticias, você está perdendo tempo! Deveria ter feito isso em casa, e não no seu período de produção.”
Com certeza, se fosse sócio faria todas estas coisas. Simplesmente porque nenhum bom profissional de tecnologia consegue ficar o dia inteiro focando apenas no trabalho, mantendo a qualidade do que faz. Considero que nossa profissão exige uma boa dose de trabalho intelectual (note bem: estou falando de BONS DESENVOLVEDORES), e portanto passamos uma boa parte do tempo queimando neurônios (ressalto mais uma vez: estou falando de BONS DESENVOLVEDORES).
O conceito de ócio criativo é algo que eu considero importantíssimo para que um trabalho seja feito com qualidade. As vezes, 15 minutos de pausa para café e papo sem compromisso permitem que uma solução seja encontrada. Muitas vezes, uma pequena pesquisa pela internet, em blogs, sites especializados e fóruns permite encontrar modos mais eficientes de se resolver um problema. E acreditem: no mundo em geral, e na tecnologia em particular, muitas vezes o barato sai caro. E a conta no final fica altíssima. Que jogue a primeira pedra aquele que nunca viu um algoritmo tosco escrito por alguém que simplesmente queria entregar.
Muitas vezes, quando eu falava isso em rodas de amigos e com gente fora da profissão, tinha a impressão de que as pessoas me olhavam com cara de freak. “Isso é coisa de computeiro que se acha diferente, e que quer ficar no oba oba”. Mas dois textos me mostraram que não só eu tenho razão, mas também que este problema tem afetado a qualidade do trabalho em outras áreas.
O primeiro texto, A falta de first life nas agências foi publicado no Webinsider pelo Cezar Caligáris. Segundo o autor, as grandes agências de publicidade brasileiras estão perdendo qualidade. Motivo?
“Uma idéia é semelhante a uma receita. Você pode fazer desde um prato básico que funciona até experimentar algo novo que surpreende. Mas para conhecer os “ingredientes” que estarão no seu anúncio ou campanha, você precisa ter referências na vida real. Algo que os publicitários têm cada vez menos tempo para buscar. Passando cada vez mais tempo nas agências, não sobra tempo para conviver com outras pessoas e, consequentemente, ter emoções e sentimentos. Imagine quantas boas idéias aparecem, por exemplo, do convívio com um filho? Em uma ida a um restaurante, observando as pessoas ao seu redor? Até mesmo a tristeza pode ser inspiradora - quantas músicas incríveis não vieram desse sentimento?”
O outro texto vem da área do Direito. O artigo Saving Good Judgment From the BlackBerry Culture discute os efeitos causados pelos métodos de comunicação instantânea (no caso um Blackberry) sobre a qualidade de pareceres jurídicos produzidos por advogados de grandes escritórios. A pressão por uma resposta imediata e o fato do advogado estar sempre online fazem com que uma demora seja considerada como falta de profissionalismo.
“More and more clients seem to expect a response to an e-mail or a voicemail within an hour. Twenty-four/seven availability is assumed, and many view turning the BlackBerry off, even during religious observances, weddings and funerals, as professional sacrilege. “
O resultado são trabalhos com menos qualidade e clientes insatisfeitos a médio e longo prazo. Portanto, tempo para pensar, arejar as idéias e reciclar os conceitos é vital para um bom trabalho, um resultado de qualidade.
Voltando ao tema do artigo. Se ficar eventualmente fazendo coisas que não estão forçosamente ligadas ao seu trabalho não serve para definir um indivíduo como incompetente no ambiente de trabalho, então como medimos a nossa qualidade e o nosso profissionalismo? Bom, vou transcrever o comentário que eu fiz no blog do Vitor, que me parece refletir de forma sintética a minha opinião:
“Para mim, um bom profissional é aquele que atinge suas metas e entrega um trabalho de qualidade. Não me importa se ele fez isso em uma hora ou em oito, se ele ficou lendo orkut e piadas ou se ele ficou comentando este artigo.”
Um antigo dito diz: “Dê um peixe a alguém, e ele terá comida para um dia; ensine-o a pescar e ele terá comida para toda a vida”. Bom, isto é meia verdade, afinal de contas, de nada adianta saber pescar se você não tiver condições de comprar vara, anzol, linha …
Seguindo esta linha de raciocínio, um grupo de pessoas criou o Kiva - um site cujo objetivo é colocar pessoas interessadas em ajudar os menos favorecidos, em contato com proprietários de pequenos negócios de países em desenvolvimento, permitindo que os que assim desejarem, realizem pequenos empréstimos de pelo menos US$ 25,00, com duração de 6 a 12 meses a estes micro-empresários. Durante o período do empréstimo, o credor pode receber notícias sobre o andamento do negócio que recebeu o empréstimo. Uma vez pago o empréstimo, você pode recuperar o dinheiro, ou emprestá-lo para um outro empresário, mantendo assim o ciclo virtuoso.
Para dar confiabilidade a este sistema, o Kiva mantém parcerias com instituições de microcrédito, responsáveis por selecionar os negócios que se qualificam para receber os empréstimos. Estas instituições cadastram os negócios, e você pode então escolher para quem você vai emprestar seu dinheiro. Este sistema mantém o registro destas instituições de micro-crédito, permitindo consultar o grau de confiabilidade da instituição, o montante que ela conseguiu obter em empréstimos para as empresas que cadastrou, e a porcentagem de “calotes” dado pelas empresas cadastradas.
Há outras formas de ajudar, afinal de contas, manter uma estrutura dessas, de alcance mundial não é fácil. Dessa forma, aqueles que desejarem podem se voluntariar para ajudar a manter e desenvolver o Kiva, ou mesmo trabalhar lá. Existe ainda a possibilidade de se tornar um Kiva Fellow, e ter então a oportunidade de viajar e trabalhar diretamente com uma instituição de microcrédito, e ver com seus próprios olhos o impacto dos empréstimos.
Atualmente, só há empresários da África e da Ásia cadastrados para receber empréstimos. Esta situação deve mudar, uma vez que há várias instituições dos outros continentes que se associaram recentemente ao Kiva. É bom ressaltar, que esta idéia é apoiada por empresas como Google, Microsoft, Yahoo, Starbucks, além de instituições como Clinton Global Initiative e WK Kellog Foundation
Está é uma idéia muito boa, e mostra como a tecnologia que desenvolvemos pode ser empregada para mudar a vida dos menos favorecidos. Não fosse o poder agregador da Internet, nada disso seria possível, ao menos não nesta escala. Conheça este projeto, e se possível, ajude a fazer a vida de outros melhor.
Powered by ScribeFire.
Outro dia contei aqui a história do Carlinhos, um ótimo exemplo de como a questão de seleção de profissionais de tecnologia no Brasil é precária. Hoje vou mostrar outro exemplo, bastante ilustrativo.
Como todo bom geek, eu sou adepto e viciado em RSS. Meu reader tem umas 50 fontes de feeds, que eu leio religiosamente todo dia. Alguns várias vezes por dia. No meio destes, eu tenho 3 feeds de empregos: dois americanos e um brasileiro. Não que eu esteja forçosamente procurando emprego. Não estou. Mas nunca se sabe o amanhã. E sempre é bom saber como anda o mercado, tendências, o que as empresas procuram, etc. Outro dia parei pra prestar a atenção no estilo dos anúncios e é inevitável não perceber a diferença.
Eis por exemplo um exemplo de anuncio de uma empresa americana:
“Job Description:
Join the online shipping revolution! We’re looking for exceptional professionals who thrive in an exciting, fast paced environment, and want to help build the next great consumer internet company.
ACME.com is seeking one individual to join our team as a full time Senior Web Developer. This individual will work directly with the Director of Development and the executive team to build and grow the ACME website/marketplace. If you are a motivated, smart, and driven individual who wants to work in an energetic, entrepreneurial environment with outstanding career and growth opportunities, then this is the career for you!
About ACME:
ACME is the world’s largest peer-to-peer marketplace for shipping and moving services – think, “The eBay for Shipping”. Members of the ACME online community can list shipments in several categories, including General Goods, Household & Office Moves, Vehicles & Boats, Special Care Items, Commercial Freight, Pets & Livestock, and Plants & Agriculture. Members then receive bids from among thousands of feedback-rated shipping and moving service providers. Because carriers can more efficiently fill extra cargo space, many offer discounts of up to 80% off their traditional prices. ACME empowers consumers by giving them access to a wider marketplace of service providers and the ability to leave feedback for carriers. ACME empowers smaller, independent carriers by providing the marketing scale, logistics technology, and reputation they need to compete with large corporate van lines.
We are looking for individuals who:
- Are comfortable working in a small but very fast paced, start-up environment
- Enjoy solving varied and ambiguous problems
- Are extraordinarily detail oriented
- Deliver results on time, every time
- Enjoy the downtown Austin atmosphere and wearing shorts and flip-flops to work.
Job Responsibilities:
- Developing web applications using VB.NET, ASP.NET, JavaScript, XML and HTML
- Program and implement new functionality within the site in accordance with project deadlines and through effective interaction with the Product Development team
- Modify existing software to fix bugs on the website or to improve performance
- Analyze, specify, design, test, and check quality prior to implementation
- Troubleshoot errors on the website as discovered and identify and implement the optimal solutions
Job Requirements include a proven history of working with a team and all of the following skills:
- Bachelor’s degree in computer science or related discipline from a top school
- VB.NET / ASP.NET 2.0
- SQL Server 2005 (scripting SQL, stored procedures)
- Visual Studio 2005
- HTML / XHTML / CSS
Our Ideal Candidate would also have:
- Master’s degree in computer science or related discipline from a top school
- Experience with Source Control (Subversion) / Coding in a team environment
- Experience with Windows Servers
- Experience Designing / Architecting Applications
- GIS experience (a major plus but not required)”
Bom…agora vamos a um exemplo de anúncio brasileiro:
” Empresa de médio porte,
segmento de comércio eletrônico, localizada na região do CENTRO DE SP SELECIONA:
Analista Programador .NET PLENO, com experiência em linguagens asp.net e c ,
banco de dados SQL Server. Desejável conhecimentos em AJAX.
Projeto grande, período indeterminado, contratação PJ.”
A diferença ficou clara? Deve ter ficado. Mas como minha função é escrever artigos no meu blog, vou detalhar alguns pontos que me parecem relevantes.
Pra começar: 99.9% dos anúncios do site brasileiro não colocam o nome da empresa. E isso é regra em outros sites. Motivo? A maioria dos anúncios são feitos por consultorias em TI, que não querem abrir o nome da empresa pra não perder o candidato. Afinal, se eu souber o nome da empresa porque eu passaria por uma consultoria? Nos anúncios americanos dos sites que eu acesso, não só o nome da empresa aparece, como em geral existe um texto falando sobre a empresa, o que ela faz, porque ela é interessante. Ou seja: existe uma preocupação em interessar as pessoas que por ventura estiverem procurando trabalho.
Outro ponto interessante: ambos os anúncios listam algumas palavras-chaves. Não temos como escapar disso infelizmente. Mas o anúncio da ACME adiciona alguns requisitos:
Our Ideal Candidate would also have:
- Master’s degree in computer science or related discipline from a top school
- Experience with Source Control (Subversion) / Coding in a team environment
- Experience with Windows Servers
- Experience Designing / Architecting Applications
- GIS experience (a major plus but not required)
e
We are looking for individuals who:
- Are comfortable working in a small but very fast paced, start-up environment
- Enjoy solving varied and ambiguous problems
- Are extraordinarily detail oriented
- Deliver results on time, every time
- Enjoy the downtown Austin atmosphere and wearing shorts and flip-flops to work.
Isto me chama a atenção porque quando a seleção se limita às palavras-chaves, a pasteurização é inevitável: todos aqueles que sabem EJB e Java são iguais. E isto não é verdade. Aliás é um absurdo. Existem mutas outras qualidades que devem ser levadas em conta, como estilo de trabalho e experiências prévias.
Finalmente, um ponto essencial: nos anúncios brasileiros é praticamente impossível encontrar informações sobre o que o contratado irá fazer na empresa, qual tipo de projeto. Afinal, who cares certo? É apenas mais um programador para programar. Programação/Desenvolvimento é tudo igual! Não? Claro que não!!! No anúncio da ACME temos uma descrição:
This individual will work directly with the Director of Development and the executive team to build and grow the ACME website/marketplace.
Simples, direto, objetivo.
No fundo, a diferenças nos anúncios pode ser resumida da seguinte forma: os anúncios de cá oferecem apenas um emprego, enquanto que os anúncios de lá oferecem a possibilidade de você trabalhar em algo sensacional, que vai te fazer feliz e vai te motivar (If you are a motivated, smart, and driven individual who wants to work in an energetic, entrepreneurial environment with outstanding career and growth opportunities, then this is the career for you! ). Além disso, os textos tentam mexer com o ego do candidato.
É claro que sempre existe a possibilidade de que isto seja apenas a versão demo, e que a versão real world seja um saco e que no fundo eles querem alguns code monkeys para escrever linhas e mais linhas de um sistema CRUD pentelho. Mas o fato é que eles, pelo menos no anúncio, sabem vender o peixe!
Mike Cannon-Brookes, co-fundador e CEO da Atlassian (empresa de software que desenvolveu o JIRA, Confluence, entre outros) possui um blog que conheci há pouco tempo, mas que achei bastante interessante: rebelutionary. Um de seus útlimos artigos - Life Is A Hire Way: 5 Tips For Startup Hiring -me chamou a atenção porque atualmente estou trocando de emprego, e pude perceber neste artigo alguns pontos que têm muito em comum com o que tenho vivido neste processo.
A primeira dica - Recruiting Is Marketing - acho que tem se tornado uma verdade universal. Vender uma boa imagem de sua empresa fará com que as pessoas queiram trabalhar para você. Quem por exemplo não gostaria de trabalhar numa Google,por exemplo?Ou então numa FogCreek? Confesso que depois de conhecer mais da Atlassian, passei a achar que seria um ótimo lugar para se trabalhar.
A segunda dica- Trust Your Team - para mim é fundamental. Quem melhor para avaliar um candidato senão aqueles que vão diretamente trabalhar com ele no dia a dia? Por melhor que um candidato seja, se ele não for “aprovado” pela equipe atual, ele não conseguirá render seu melhor. As relações pessoais são extremamente importantes para que uma equipe possa atingir seu máximo.
A terceira dica - You Don’t Win With Money - foi a que mais se relacionou com minha realidade. Basicamente, Mike sugere que você não irá conseguir bons profissionais oferecendo altos salários, e concordo com ele. Na minha visão, os bons profissionais não buscam apenas retorno financeiro, mas sim realização pessoal em seu trabalho. De nada adianta uma conta bancária polpuda, se seu ambiente de trabalho não for desafiante. Mas Mike alerta que um excelente ambiente de trabalho não irá manter os bons profissionais se você não remunerá-los adequadamente. E foi isto o que aconteceu comigo atualmente: o desafio intelectual de meu trabalho é excelente, realmente gosto do que faço, dos projetos que tenho levado a cabo, da minha equipe de trabalho. Mas o salário está abaixo da média de mercado. Com isto, acabei aceitando a proposta de uma empresa concorrente, que me propiciará um ambiente de trabalho tão bom, com desafios tão ou mais interessantes, e que remunera de acordo com a média de mercado. No entanto, se a minha empresa atual tivesse me feito uma proposta melhor, mesmo inferior à da concorrente, continuaria trabalhando aqui, com toda a felicidade do mundo.
As quarta dica - Make Space For Smart People é bastante interessante, mas acredito que não seja aplicável a maior parte das empresas, pois requer uma realidade de disponibilidade de recursos que pouscas vivem.
A quinta dica - Know When To Fold’em - trata de alguns pontos subjetivos que auxiliam na decisão de contratar alguém, que está muito relacionado com a avaliação que se faz da personalidade do candidato. Seu novo funcionário tem que agregar valor não somente tecnicamente, mas ele tem que se mostrar apaixonado pelo que faz, tem que ser interessante, de fácil trato com as pessoas … estes valores afetam o relacionamento com os demais, que como já citado anteriormente, são de extrema importância.
Por fim, Mike ainda nos dá uma dica bônus - No Keyword Hiring. Para o mundo da tecnologia, o mais importante não é uma pessoa que domine as tecnologias A, B e C, mas sim que tenha capacidade de aprender novas tecnologias facilmente. Afinal de contas, como já é jargão, o mundo da tecnologia se transforma muito rapidamente, e é muito melhor contar com profissionais que se adaptam facilmente, do que com dinossauros que só conseguem trabalhar com uma coisa só.
Nota: este post é só um comentário sobre o artigo de Mike Cannon-Brookes, Life Is A Hire Way: 5 Tips For Startup Hiring. Recomendo a leitura de seu artigo.
powered by performancing firefox
Este artigo do Joel sobre atendimento deveria ser lido por vários serviços de atendimento….sobretudo Claro e Telefônica.
O que mais me irrita atualmente é que apesar de serem humanos do outro lado da linha, eles agem como se fossem máquinas.
Isso me lembra uma vez que liguei para a telefônica. O objetivo era pedir pra saber se eu podia mudar a linha de telefone de casa para uma linha digital (por ton). Liguei lá e falei com uma primeira moça que verificou que era possível. Obviamente, não era ela que iria fazer a tranferência e portanto ela iria me passar para o setor responsável.
[musiquinha irritante…]
“Serviços inteligentes Telefônica, Shirley falando, em que posso ajudá-lo senhor ?”
“Boa tarde, eu gostaria de solicitar a transferência da minha linha para uma linha digital”
“Perfeitamente senhor. Qual o serviço desejado?”
“….gostaria de solicitar a transferência da minha linha para uma linha digital….”
“Sim senhor, mas qual o serviço solicitado ?”
“…bom, eu já disse, gostaria de solicitar a transferência da minha linha para uma linha digital….”
“Sim senhor, mas qual o serviço solicitado ?”
“Bom, quais são os possíveis serviços ???”
“Senhor, este é o serviço de linha inteligente da Telefônica [NDA: HAHAHAHAHAHAHA] . O senhor faz a requisição do serviço desejado e nós passamos para o setor responsável, mesmo porque não sabemos se é possível efetuar o serviço e precisamos verificar antes. Qual o serviço desejado ?”
“….gostaria de solicitar a transferencia da minha linha para uma linha digital….”
“Sim senhor, mas qual o serviço solicitado ?”
Nessa hora desliguei.
Estava a conversar com um amigo acerca de certificações, e achei que seria interessante colocar aqui o que penso a respeito, com o objetivo de fomentar uma discussão a respeito da importância das mesmas. Pensando um pouco mais, achei interessante falar sobre cursos também, que têm se mostrado um tema polêmico em algumas conversas.
Primeiro vamos falar de cursos: para mim cursos são ótimos para pessoas com pouca experiência, e com necessidade de obter uma rápida introdução a uma determinada tecnologia. Se a pessoa realmente quiser colocar em seu currículo que domina uma tecnologia, não basta ter 30 certificados de conclusão de curso, tem que desenvolver projetos variados fazendo uso da tecnologia.Desta forma, sugiro que se você tem interesse em aprender uma tecnologia nova e tiver condições, faça um curso sim, mas planeje algum tempo após o curso para desenvolver pequenos projetos que exercitem os diversos aspectos do que você acabou de aprender. De qualquer forma, se você tiver tempo e força de vontade, talvez você possa pular o curso, mas nunca o exercício da tecnologia.
Agora, a respeito de certificações. No meu entender, certificações são fundamentais atividades como DBA, administradores de rede e afins. Mas para uma linguagem de programação, acredito ser totalmente dispensável, exceto para pessoas com pouca experiência. Se eu avaliar um currículo para estagiário, e este possuir uma certificação em programação, certamente darei um crédito maior do que um outro que não possua a certificação. Mas em se tratando de profissionais experientes, o que mais importa é a sua experiência, e não o seu certificado. Acredito que um certificado de programação consiga avaliar o conhecimento da estrutura da linguagem, mas não a capacidade do programador de fazer uso de suas funcionalidades, nem tampouco sua habilidade como programador.
De uma forma geral, no que diz respeito a cursos e certificações, a mensagem que quero deixar é que não é possível atestar a competência de um desenvolvedor atavés destas ferramentas. A experiência é muito mais importante.