Seguindo a onda do Miguel, segue mais um artigo muito interessante do Joel sobre funções inline e sua grande aplicabilidade.
É interessante como são poucas as lingugens ditas comercias e amplamente difundidas que possuem está funcionalidade. Tudo bem que está não é uma funcionalidade extremamente essencial nem sempre útil, mas pode facilitar muito a vida em determinadas situações.
É impressionante também como o Joel escreve bem.
Ah, e não sei se vocês perceberam, mas agora sou um colaborador oficial deste blog!
Obrigado Miguel!
Eu que agradeço pelas colaborações e pelo interesse no meu blog. Alias, teus posts estao sendo essenciais pra manter esse blog minimamente ativo, pq eu estou um fracasso ultimamente.
Link | September 13th, 2006 at 12:10
Léo, Sorry, mas vou discordar. Não vi nada de funções inline nesse artigo.
O artigo não trata de uma apresentação sobre conceitos de linguagens que suportam programação funcional como Lisp, Scheme e gasp Javascript?
Cheers
Link | September 22nd, 2006 at 01:40
Lullis,
Vou concordar com você!
Realmente o artigo não fala sobre funções inline. Na verdade, ocorreu um erro da minha parte no que eu chamei de funções inline.
Queria chamar atenção para o fato de existirem linguagens que aceitam funções como argumentos de outra funções ou que nos permitem declarar estas funções na mesma linha que estamos escrevendo a chamada de uma função.
Por exemplo, pegando os exemplos do próprio artigo, algo do tipo:
Ou, ainda:
Como foi dito no texto original do Joel, esta segunda forma de se declarar uma função anonimamente (algo que, inclusive, como você bem disse, é muito comum em linguagens que suportam conceitos de programação funcional) é uma forma de “write them inline instead of declaring them elsewhere”. Acho que me empolguei com o termo “inline” usado neste pedaço do texto e acabei usando-o de forma indiscriminada. Para sanar as dúvidas, vou postar um novo artigo no blog a respeito de o que são funções inline exatamente.
Um abraço,
Link | September 23rd, 2006 at 21:53