Funções inline

September 11, 2006

Seguindo a onda do Miguel, segue mais um artigo muito interessante do Joel sobre funções inline e sua grande aplicabilidade.

É interessante como são poucas as lingugens ditas comercias e amplamente difundidas que possuem está funcionalidade. Tudo bem que está não é uma funcionalidade extremamente essencial nem sempre útil, mas pode facilitar muito a vida em determinadas situações.

É impressionante também como o Joel escreve bem. :)

Ah, e não sei se vocês perceberam, mas agora sou um colaborador oficial deste blog! :) Obrigado Miguel!

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posted in Desenvolvimento by Leonardo Garcia

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View Comments to "Funções inline"

  1. wrote:

    Eu que agradeço pelas colaborações e pelo interesse no meu blog. Alias, teus posts estao sendo essenciais pra manter esse blog minimamente ativo, pq eu estou um fracasso ultimamente.

  2. wrote:

    Léo, Sorry, mas vou discordar. Não vi nada de funções inline nesse artigo.

    O artigo não trata de uma apresentação sobre conceitos de linguagens que suportam programação funcional como Lisp, Scheme e gasp Javascript?

    Cheers

  3. wrote:

    Lullis,

    Vou concordar com você! :)

    Realmente o artigo não fala sobre funções inline. Na verdade, ocorreu um erro da minha parte no que eu chamei de funções inline.

    Queria chamar atenção para o fato de existirem linguagens que aceitam funções como argumentos de outra funções ou que nos permitem declarar estas funções na mesma linha que estamos escrevendo a chamada de uma função.

    Por exemplo, pegando os exemplos do próprio artigo, algo do tipo:

    function Cook( i1, i2, f )
    {
        alert("get the " + i1);
        f(i1);
        f(i2);
    }
    
    Cook( "lobster", "water", PutInPot );
    Cook( "chicken", "coconut", BoomBoom );
    

    Ou, ainda:

    Cook( "lobster",
          "water",
          function(x) { alert("pot " + x); }  );
    Cook( "chicken",
          "coconut",
          function(x) { alert("boom " + x); } );
    

    Como foi dito no texto original do Joel, esta segunda forma de se declarar uma função anonimamente (algo que, inclusive, como você bem disse, é muito comum em linguagens que suportam conceitos de programação funcional) é uma forma de “write them inline instead of declaring them elsewhere”. Acho que me empolguei com o termo “inline” usado neste pedaço do texto e acabei usando-o de forma indiscriminada. Para sanar as dúvidas, vou postar um novo artigo no blog a respeito de o que são funções inline exatamente.

    Um abraço,

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